VENDA DE LIMINAR.


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Se o “Senhor é simpático” ou não, a charge ao lado da Gazeta do Povo, de hoje dia 13 de janeiro, mostra a triste realidade que acontece em alguns momentos do judiciário. Por força de magistrados dotados de um caráter moralmente indisciplinado e um tanto desonesto, toda a classe de profissionais fica abalada pela facção intitulada “bandidos de toga”. Que se tenham “laranjas podres” no balaio, mas a função social da comunidade, se consciente for ou ficar, é banir essa podridão a qualquer custo ou consequência. A princípio o cidadão comum nada fala, com medo de retaliações, ações processuais e por transparentemente se mostrar contrário ao grupo que se intitula dono absoluto do poder, ditador  das suas próprias regras em zombamento aos que os colocaram no poder.
Se opostos se atraem ou se repelem não é a questão, o fato real é que existe em Campo Magro um grupo dotado de extrema unicidade em seus ideais. Obviamente ligados a defender o que julgam ser o melhor para a comunidade, esse grupo é formado por integrantes das mais variadas siglas políticas, o que mostra que o ideal social superou as convencionais barreiras ideológicas partidárias, muitas vezes impostadas de metas totalmente antagônicas. Quando somos indagados a qual partido pertencemos, nossa resposta é e sempre será única : “nosso partido é Campo Magro”Essa extrema convicção de ideais, pensamentos e atitudes, nos faz ter a agradável sensação e certeza que mesmo que momentaneamente as forças da situação possam estar em “ligeira e liminar” vantagem, lutaremos até o último dia do atual mandato administrativo, protocolando irregularidades, fazendo denuncias, indo e vindo ao Ministério Público, Fórum e Corregedoria. Se nos julgam enfraquecidos a ponto de desanimarmos com as injustiças e a impunidade presente, mal sabem que esse é o combustível que nos movem a novas e ousadas empreitadas. 

Nossas atitudes em prol do que achamos justo e comunitariamente necessário, somente cessará  no dia em que o ar nos falte, porém com a  madura e estruturada convicção de que plantamos a semente e que o nosso trabalho jamais terminará
Em tempoUm dos mais prestigiados juristas da área trabalhista, Calheiros Bomfim, enviou um artigo à Ordem dos Advogados do Brasil (seção Rio de Janeiro) dizendo que, se fosse necessário abrir uma exceção para validar a pena de morte, ela deveria existir para aniquilar juízes corruptosFamoso por ter escrito o Dicionário de Decisões Trabalhistas, Bomfim comenta que os juízes brasileiros ganham mais que os de outros países, desfrutam de diversas benesses e, devido à formação necessária e natureza de sua atividade, não podem se comparar a bandidos comuns quando cometem crimes … é o mundo magistrado acordando para a realidade ! 


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