A ARTE DE BEM GOVERNAR


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Qual o conceito ideal para classificar um bom governo ? O bom governo é aquele em que o povo o elege como única fonte de sua acertada atuação social. É aquele que coloca sempre o bem comum à frente de interesses particulares . É aquele que elege uma cidadania ativa de participação direcionada à todos os cidadãos, sejam eles ricos ou pobres, em detrimento de um governo autista. Governar bem é colocar o bem comum como única meta  a atingir, sendo capaz de contrariar a sua ideologia, se isso for necessário para salvaguardar o bem comum, devendo colocar sempre o seu território acima de qualquer ideologia partidária, sabendo reconhecer os seus limites e capacidades, não recuando nunca diante das adversidades, respeitando e reconhecendo o valor e a pujança da juventude e o exemplo e competência da maturidade dos que os cercam. Deve o bom governo promover uma identidade no cidadão, que coincida com a busca de uma identidade coletiva, respeitando a individualidade de cada um. Ser cidadão é olhar o mundo com os olhos de ver melhorias, tomando posse das identidades positivas, das diferenças sociais e da diversidade de cultura, para assim se conseguir ser responsavelmente dono de uma participativa atuação em prol da população. A tendência natural de um mau governo é deixar a responsabilidade para os outros, mas se cada cidadão estiver bem informado, e com conhecimento suficiente para compreender a amplitude do seu próprio poder de ser cidadão, o governo não terá outro caminho a seguir a não ser trilhar suas atitudes no âmbito da transparência e licitude. Mas para que isso venha a acontecer, deve-se : abandonar aquilo que não funciona e que nunca funcionou, aquilo que perdurou para além de sua utilidade e capacidade de contribuir, concentrar-se nas coisas que funcionam, que produzam resultados, que melhorem a capacidade de desempenho da organização política-administrativa, deve-se ainda analisar os êxitos e os  fracassos parciais. A sociedade deve  exigir que se encontre esse grupo de liderança, que possa transformar as tradições regionais negativas em um compromisso comum de valores, com um conceito de excelência e respeito mútuo, exigindo assim que essa liderança seja altamente capacitada para entender o conceito de se governar para o povo. E para que isto ocorra, deve-se construir um exercício de educação permanente, metódica e homeopática, com o intuito de alertar para a necessidade de uma cidadania  ativa, persistente e participativa. Se essa conscientização se tornar foco das atenções de todos, o resultado será positivo e o grupo que nos representará poderá  ter o dom de bem governar … Nós temos o poder de fazê-lo assim !

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